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A série Round 6 pode ser destrutiva na vida de um adolescente

O conteúdo da série tem gerado preocupação por misturar morte com brincadeiras de crianças.

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A série Round 6 continua sendo debatida, agora não só entre os telespectadores, mas também nas instituições de ensino e responsáveis por crianças. Os questionamentos, vão desde como a série é intrigante até como evitar que os filhos assistam e também os males que a narrativa pode causar na mente do jovem.

Atualmente ela é a mais vista na Netflix. O enredo gira em torno de um “jogo” e a mensagem que a brincadeira quer passar. Tem como temática jogos infantis tradicionais coreanos, como batatinha 1 2 3. O destino final de cada partida, para quem não passa, é uma morte trágica. No twitter chegou a ser comparada com filmes como “Albergue” e “Jogos Mortais”.

A psicóloga Roberta Rios, afirma que vários pacientes da idade entre 12 a 14 anos relatam que estão assistindo, mesmo estando fora da classificação etária. Ela explica que a questão da morte em Round 6 é colocada de uma maneira muito simples, atrelada a uma brincadeira e isso é preocupante.

Segundo a psicóloga, a banalização da morte na série, pode impactar na vida do adolescente de uma forma destrutiva. “Ele começa a entender que a vida dele também não tem valor e ele pode utilizar dessa ideia para potencializar os pensamentos suicidas que já existem”, diz Roberta sobre os efeitos negativos da série na mente dos jovens.

Roberta instrui os responsáveis a assistir junto e levar os adolescentes a reflexão conversando abertamente sobre os temas abordados na série. Já no caso das crianças, a recomendação é bloquear o acesso à série.

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