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Bolsonaro diz que o preço dos combustíveis deve aumentar em 20 dias e culpa o ICMS

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O presidente, Jair Bolsonaro, informou na coletiva desta segunda-feira, 1, que a Petrobras anunciará mais um aumento no preço dos combustíveis em 20 dias. A notícia foi dada a jornalistas, em Anguillara Veneta, na Itália.

Bolsonaro foi questionado na entrevista sobre o Auxílio Brasil, que substituirá o programa Bolsa Família, e se essa era a sua prioridade no retorno ao Brasil. Ele então respondeu que sua prioridade são os preços dos combustíveis e afirmou que o “vilão” é o ICMS, jogando na conta dos governados.

“Agora uma notícia que eu tenho pra vocês, eu tenho pressa, a Petrobras já anuncia, eu sei extra oficialmente, novo reajuste daqui uns 20 dias. Se bem que o vilão do preço do combustível é o ICMS que incide em cima do preço final na bomba e não na origem”, diz Bolsonaro na coletiva justificando a alta no preço dos combustíveis.

O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), aprovou o congelamento do valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado na venda dos combustíveis, para manter o preço dos produtos, na última sexta-feira, 29. O Ministério da Economia informou que a decisão tem como objetivo colaborar com a manutenção dos preços nos valores por 90 dias, de 1° de novembro de 2021 até 31 de janeiro de 2022.

A Petrobrás anunciou dois aumentos na gasolina apenas no mês de outubro, o primeiro foi no dia 8 e passou a valer nas refinarias a partir de sábado, 9, com reajuste de 7,2%. A última alta foi divulgada na segunda-feira passada e começou a vigorar na terça, 26. A gasolina teve reajuste de 7,04% e o diesel de 9,15%. Em alguns lugares do Brasil a gasolina chega a custar R $9,66, como na cidade de Fernando de Noronha, em Pernambuco.

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