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Coluna Danilo Lima | A cara de Belém: Influenciadores que apresentam a nossa cidade nas redes

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Qual é a cara de Belém nas redes? Fiz uma lista com sete influencers que nos ajudam a entender como a nossa cidade é apresentada na internet. Na verdade, o que não falta em Belém é gente criativa e que, por meio das redes sociais, narram nossas vivências para o mundo. Foi um desafio fazer esse recorte, mas bora lá …

Isis Vieira @isisvieirareal

A cara de Belém nas redes é a Isis Vieira, papa chibé, um sorrisão do tamanho da Baía do Guajará, faz graça de tudo, todo mundo é “irmã”, “maninho” é o colorido, tumulto e a barulheira de uma feira livre.

Tuppiniqueen @tuppiniqueen

Falando em humor … Belém nas redes é alguém curiosa e “cara de pau”. É alguém como o Tuppiniqueen, que não tem vergonha de encher a DM dos outros com áudio, o importante é questionar e saber de todos os assuntos que estão rolando. É alguém que valoriza o sotaque único e “expressões idiomáticas” que só existem no nosso país, Belém do Pará.

 
 
 
 
 
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Dina Carmona @dina_carmona

Belém é charmosa, tem um perfume inconfundível e um sabor para lá de especial. Belém é como as redes da Dina Carmona, duvido você chegar lá e não virar fã. Se duvidar do que eu falo, assiste o primeiro episódio do “Comer, Amar e Pará”:

Dina é uma das nossas muitas “Mulheres Fortes do Norte”, inclusive, esse é o título de uma série criada por ela, depois confere lá. Lembrei dessa série produzida pela Dina, porque Belém nas redes é uma “preta dos corres nas quebradas da Amazônia”, como a Joyce Cursino

Joyce Cursino @joycecursinoo

 
 
 
 
 
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Por onde você olhar, Belém é cultura, Belém é arte. Do centro à periferia. Por isso, Joyce fundou o @negritarproducoes, uma forma encontrada para promover produções culturais e de audiovisual negra, periférica e amazônica. Criou ainda o @telas_emmovimento, como forma de democratização do cinema nas nossas periferias e comunidades tradicionais.

Inclusive, o @telas_emmovimento teve a Leona Vingativa @leonaoficial como homenageada no II Festival de Cinema das Periferias da Amazônia.

Leona Vingativa @leonaoficial

Belém nas redes é inovação! Por isso, é claro que eu não deixaria de falar dela, uma das pioneiras na produção de conteúdo para internet do Brasil. Ela, cujo nome talvez não caiba na matéria, Nati Natini Natili Lohane Savic de Albuquerque Pampic de La Tustuane de Bolda, mais conhecida como Danusa Daisy Medly Leona Meiry Cibele de Bolda de Gasparri, a mulher jamais falada, a menina jamais igualada, conhecidíssima como a noite de Paris …

Leona por meio da série “Leona Assassina Vingativa”, clipes musicais, entre outros trabalhos nas redes, além de abordar temáticas sociais como saneamento básico, diversidade, respeito, apresenta um retrato da realidade da periferia belense.

Tanto Tupiassu @tantotupiassu

E se tem que fale da nossa realidade, tem quem conte “causos” cuja fonte é “eu juro pela minha mãe mortinha”. Belém nas redes também é a Belém das lendas. Outro dia li que não dá para ser ateu em Belém, porque tem muita visagem. Acho que isso justifica possuirmos um dos maiores influencers do mercado “pós morte” e afins, o Tanto Tupiassu, um cavalo que aprendeu a contar histórias (o cavalo na verdade é o advogado e escritor paraense Fernando Gurjão Sampaio).

Essas histórias de terror e temas sobrenaturais, fazem parte do cotidiano das redes do Tanto e das nossas. Uma dica para vocês é não lerem esses conteúdos antes de dormir a noite, já fiquei com sede várias vezes, mas não fui pegar água na cozinha. Ah, para experiência ficar completa, o Tanto produziu um podcast, o link tá aqui em baixo.

Podcast do Tanto| Um conto e tanto: clique aqui!

Príncipe Charlie @principe.charlie

Por falar em coisas que até Deus duvida, Belém nas redes é diversa e para todos os gostos. Acredite se quiser, vez ou outra aparece um monarquista. Um dos mais famosos é o Príncipe Charlie. Mas esse é um monarquista bem fofinho e está à frente do projeto @gatossemlar, uma iniciativa para promover a adoção de gatinhos que precisam de um lar.

Belém nas redes é movimento popular, diversidade, talento e muita, mas muita criatividade. Vida longa a Belém e aos nossos produtores de conteúdo que diariamente narram as vivências da metrópole da Amazônia.

Feliz 406 anos, Belém!

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