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“Isso aqui não vai virar circo”, diz juíza em audiência do caso Henry Borel

Esta foi a primeira audiência do caso.

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Houve bate-boca na primeira audiência de instrução e julgamento sobre a morte do menino Henry Borel. O advogado de defesa, Thiago Minagé, e o promotor de justiça Fábio Vieira discutiram na hora em que o depoimento do delegado que concluiu o inquérito foi interrompido por Minagé. “A palavra está comigo”, disse o promotor. A juíza Elizabeth Louro interveio e disse que o julgamento não iria “virar um circo”.

A estratégia da defesa da mãe, Monique Medeiros, era desqualificar o relatório policial que aponta que ela era uma mãe omissa. O outro réu, Jairo Souza, ganhou o direito de acompanhar a audiência por videoconferência, de dentro do presídio. A defesa dele alegou questões de segurança.

Jairo é acusado de homicídio triplamente qualificado, tortura e coação de testemunhas. Segundo as investigações, ele é o responsável pelas agressões que causaram a morte do menino Henry Borel, em março deste ano. Monique é acusada pelos mesmos crimes, na forma de omissão. Veja o vídeo:

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