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Mãe de Henry Borel chora após acusação de promotoria

Na manhã desta quarta-feira, 6, aconteceu a primeira audiência de instrução e julgamento do caso Henry Borel.

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O Ministério Público do Rio de Janeiro, afirmou que o ex-vereador, Jairinho, matou Henry, de 4 anos, por sadismo. Já Monique Medeiros, mãe da criança, via vantagens financeiras. Os argumentos usados na audiência de instrução e julgamento, começaram na manhã desta quarta-feira (6). A versão da acusação acabou fazendo a mãe do garoto chorar no banco do réu.

O promotor, Fabio Vieira, afirmou que Monique sabia das agressões, mas preferiria levar boa vida a intervir e impedir a violência. Medeiros assistia a audiência do banco de réus e após seu advogado de defesa  perguntar ao delegado Edson Damasceno, qual foi a participação dela no crime, começou a chorar. 

A estratégia do ministério é comprovar o “padrão de comportamento sádico”, que Jairo apresentava há anos com crianças. “Entendo que a motivação desse crime seria sua satisfação, seu prazer em vê-las sofrer. Em relação ao Henry, ele já não se importava se essa criança morreria ou não”, afirma o promotor. 

Monique Medeiros e Jairo Souza são acusados de homicídio triplamente qualificado, tortura e coação de testemunhas e podem pegar uma pena de pelo menos 40 anos pela morte do menino. Os dois estão presos desde abril deste ano.

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