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Prejuízo da queda do Whatsapp na economia

Pequenas e grandes empresas deixaram de lucrar com a queda das redes sociais.

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O Brasil é um dos países que mais usa aplicativos online para realizar vendas e compras. 83% dos consumidores utilizam o whatsapp para esta finalidade, segundo uma pesquisa feita pela consultoria Accenture. As micro empresas, que trabalham apenas no município onde ficam localizadas, foram fortemente afetadas com as quedas dos aplicativos de conversa.

O especialista em economia, Mário Tito, explica que a economia é dividida entre, economia real, sendo vendas de pessoa para pessoa por meio das redes de comunicação e economia financeira, dinheiro que gera dinheiro, como as compras de ações.

Dentro da economia real, citada por Mário, a prática de venda pelo meio digital alavancou com o início da pandemia, entre os pequenos negócios, 64% usam o WhatsApp como canal de vendas no comércio eletrônico, principalmente nas categorias de roupas, produtos de beleza e alimentos frescos ou perecíveis.

Com mais de cinco horas de instabilidade nas redes sociais de Mark Zuckerberg, as ações do Facebook já caíram mais de 5% nos Estados Unidos, na bolsa Nasdaq, segundo maior mercado de ações do mundo. No meio da tarde de hoje (4), às 16h40, caíram U$325,49 nos EUA, já no Brasil a queda foi de R $63,20, na mesma hora. 

Além disso, as redes de varejo recorreram a outras plataformas, como telegram, para conversar com clientes ou direcionar ao aplicativo das lojas e não perder a oportunidade de venda, segundo diretores das redes. Pesquisas de consultorias apontam que dois terços das pessoas usavam o Whatsapp para fins comerciais no ano passado.

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